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Os principais erros que empresas cometem ao contratar um consórcio

Uma empresa decide contratar um consórcio de R$ 2 milhões. A parcela cabe no orçamento, a carta tem o valor desejado e a contratação parece resolvida.

Só que essas duas informações não dizem se o consórcio foi bem estruturado.

Qual grupo foi escolhido? Como ele vem se comportando? A empresa pretende trabalhar com lance? Quanto pode comprometer do caixa? Se utilizar lance embutido, quanto de crédito realmente ficará disponível?

Quando o consórcio é utilizado para acessar capital, o erro muitas vezes não está no produto, mas na forma como a operação foi montada.

Veja os principais pontos que precisam ser considerados antes da contratação.

1. Escolher o consórcio olhando apenas para a parcela

A parcela precisa caber no orçamento, mas ela não deveria definir sozinha a escolha.

Imagine que uma empresa precise de R$ 1 milhão para realizar um investimento. Ela encontra uma carta desse valor, vê que consegue assumir as parcelas e contrata.

Se a estratégia depois envolver utilizar R$ 200 mil da própria carta como lance embutido, o crédito disponível será menor do que o R$ 1 milhão inicialmente planejado.

Ou seja: a parcela cabia, mas a operação não necessariamente atendia ao objetivo.

Por isso, a primeira pergunta deveria ser quanto a empresa precisa ter disponível para executar seu plano. A estrutura do consórcio vem depois.

2. Escolher a administradora sem analisar o grupo

A administradora importa. Mas escolher uma boa administradora não encerra a análise.

Dentro do mercado existem diferentes grupos, cada um com suas próprias características, regras e comportamento.

Para quem pretende utilizar estratégias de lance para acelerar a contemplação, isso faz diferença.

Na Único, por exemplo, são priorizados grupos em andamento. Como eles já possuem histórico, é possível analisar sua saúde financeira e observar a média dos lances que vêm sendo contemplados.

Essas informações ajudam tanto na escolha do grupo quanto na construção da estratégia depois da contratação.

3. Entrar em um grupo sem pensar na estratégia de contemplação

Muita gente contrata primeiro e pensa no lance depois.

Para uma empresa, essa ordem pode limitar as possibilidades.

Se existe intenção de acelerar a contemplação por meio de lances, é importante saber antes da contratação quanto a empresa pode disponibilizar para essa estratégia e como isso conversa com o grupo escolhido.

A média dos lances anteriores ajuda a construir uma referência.

Isso não significa que a contemplação acontecerá em uma data específica. Os lances dos demais participantes podem mudar a cada assembleia.

Mas conhecer o comportamento do grupo permite estruturar ofertas competitivas para buscar acelerar a contemplação, em vez de escolher percentuais sem referência.

4. Comprometer caixa demais para tentar acelerar a contemplação

Ter dinheiro disponível não significa que todo esse recurso deva ser utilizado no lance.

Para uma empresa, caixa também significa capacidade de pagar fornecedores, manter estoque, cumprir a folha, investir e lidar com imprevistos.

Por isso, uma estratégia de lance precisa considerar não apenas quanto seria interessante ofertar, mas quanto a empresa pode antecipar sem prejudicar a própria operação.

A maior oferta possível nem sempre é a decisão financeira mais adequada.

5. Usar lance embutido sem calcular o crédito que ficará disponível

O lance embutido permite utilizar parte da própria carta para compor a oferta.

Isso pode reduzir a quantidade de recursos próprios necessários para o lance, mas existe uma consequência simples: o valor utilizado será descontado da carta.

Se uma empresa contrata R$ 2 milhões e utiliza R$ 400 mil da própria carta no lance, precisa considerar que o crédito disponível após a contemplação será menor.

Parece uma conta óbvia, mas ela muda toda a estrutura quando a empresa precisa de um valor específico para realizar seu investimento.

Por isso, a estratégia de lance precisa ser pensada junto com o valor da carta, e não depois dela.

6. Contratar diretamente sem comparar outras possibilidades

Ao procurar uma administradora, o empresário terá acesso aos produtos e grupos oferecidos por aquela própria instituição.

Uma assessoria ocupa outra posição nessa decisão.

Ela pode partir da necessidade do cliente e analisar diferentes administradoras e grupos antes de estruturar a operação.

Isso permite comparar não apenas carta e parcela, mas também características dos grupos, regras, histórico e possibilidades para a estratégia que será utilizada.

Na Único, a lógica é justamente essa: primeiro entender a empresa, seu momento financeiro e o objetivo do empresário; depois estruturar o consórcio.

7. Achar que a assessoria termina quando a cota é contratada

A contratação é o início da operação, não o final da estratégia.

Nas cotas adquiridas por meio da Único, o acompanhamento continua depois da entrada no grupo.

É ao longo dessa jornada que o comportamento das assembleias e a média dos lances podem ser acompanhados para auxiliar na construção das próximas estratégias.

Isso é especialmente importante para empresas que querem acelerar a contemplação.

A estratégia pode ser trabalhada para buscar esse objetivo, mas sem estipular previamente em quantos meses ou em qual assembleia a contemplação acontecerá.

O maior erro é contratar primeiro e criar a estratégia depois

Quando uma empresa utiliza o consórcio para acessar capital, carta, grupo, parcela, caixa e estratégia de lance fazem parte da mesma decisão.

É por isso que escolher apenas pelo menor valor de parcela ou contratar uma cota para depois descobrir como buscar a contemplação pode limitar a operação.

Na Único, o caminho é inverso: primeiro se entende onde a empresa quer chegar. Depois se estrutura como o consórcio pode ajudá-la a chegar lá.

Com quase 20 anos de mercado, mais de R$ 5,25 bilhões em produção e mais de 15 mil empresas assessoradas, a Único utiliza essa experiência para estruturar e acompanhar operações de consórcio voltadas aos objetivos de cada negócio.

Se sua empresa está considerando um consórcio para acessar capital, fale com um especialista da Único antes de escolher a cota. A estratégia começa antes da contratação.

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