Quando uma empresa decide usar o consórcio para acessar capital, é comum a primeira conversa girar em torno de três pontos: qual o valor da carta, quanto fica a parcela e qual administradora escolher.
Só que, para uma empresa, essas respostas não são suficientes. Até porque, duas empresas podem contratar cartas do mesmo valor e ter necessidades completamente diferentes.
Uma quer comprar um imóvel. Outra pretende expandir a operação. Uma pode utilizar recursos próprios em uma estratégia de lance. Outra precisa preservar o caixa. Uma tem tempo para planejar. Outra quer buscar antecipar a contemplação.
É justamente nesse espaço entre contratar um consórcio e estruturar como ele será utilizado pela empresa que entra a assessoria.
Uma assessoria de consórcio empresarial analisa o objetivo do negócio, sua capacidade financeira e as possibilidades disponíveis para estruturar uma operação mais coerente com aquilo que a empresa pretende realizar.
Na prática, a pergunta deixa de ser apenas “qual consórcio contratar?” e passa a ser “como esse consórcio pode fazer parte da estratégia financeira da empresa?”.
O que faz uma assessoria de consórcio empresarial?
A assessoria acompanha a empresa desde a análise inicial até as decisões que acontecem durante a operação.
O trabalho começa entendendo o objetivo: quanto de crédito a empresa precisa? Para qual finalidade? Quanto consegue assumir mensalmente? Quanto precisa preservar em caixa? Existe disponibilidade para uma estratégia de lance?
Com essas respostas, é possível avaliar a estrutura do consórcio de forma mais ampla, considerando aspectos como valor das cartas, grupos disponíveis, parcelas e possibilidades de contemplação.
Depois da contratação, o trabalho continua.
A estratégia de lance, por exemplo, pode exigir acompanhamento do comportamento do grupo e das assembleias. O objetivo é utilizar essas informações como referência para tomar decisões ao longo da jornada, sem transformar histórico em promessa de contemplação.
É essa continuidade que diferencia uma venda pontual de uma assessoria.
Por que empresas precisam olhar além da parcela?
Uma parcela confortável não significa necessariamente que a operação foi bem estruturada.
Imagine que uma empresa precise de R$ 2 milhões para executar determinado investimento.
Ela pode encontrar uma cota cuja parcela cabe perfeitamente no orçamento. Mas, se pretende utilizar parte da própria carta como lance embutido, precisa considerar que o crédito disponível após a contemplação poderá ser menor.
Se essa conta não for feita antes, a empresa pode chegar à contemplação com um valor diferente daquele necessário para executar seu plano.
O mesmo vale para o caixa.
Uma estratégia de lance que exige um desembolso incompatível com a operação pode pressionar recursos que seriam necessários para estoque, fornecedores, folha ou capital de giro.
Por isso, carta, parcela, lance e objetivo precisam ser analisados juntos.
O papel da assessoria na estratégia de lance
A contemplação pode acontecer por sorteio ou por lance, conforme as regras do grupo. O lance permite ao consorciado participar de forma mais ativa da busca pela contemplação.
Mas saber que essa possibilidade existe é diferente de saber como utilizá-la.
A assessoria pode acompanhar o histórico do grupo, analisar as modalidades disponíveis e ajudar a empresa a estruturar suas ofertas considerando tanto a busca pela contemplação quanto os recursos que o negócio pode comprometer.
Isso não permite determinar quando a contemplação acontecerá.
O objetivo é tomar decisões com mais informação e planejamento, em vez de escolher um percentual de lance de forma isolada a cada assembleia.
A assessoria começa antes da contratação
Esse talvez seja o ponto mais importante.
Uma boa estratégia não começa depois que a cota já foi escolhida.
Se o valor da carta, o grupo e as condições da operação influenciam aquilo que poderá ser feito posteriormente, essas decisões precisam considerar desde o início o objetivo da empresa.
É assim que a Único trabalha.
A Único é uma consultoria especializada em consórcio como estratégia de crescimento empresarial. Em vez de começar pela cota, a análise parte da empresa, do seu momento financeiro e do objetivo do empresário.
A partir desse diagnóstico, a operação é estruturada e, nas cotas contratadas por meio da Único, a assessoria acompanha a jornada e as estratégias definidas para aquele cliente.
Contratar uma cota dá acesso ao consórcio. Ter assessoria ajuda a decidir como utilizar esse consórcio dentro da estratégia da empresa.
Quando uma assessoria de consórcio faz mais diferença?
Quanto mais estratégico for o uso do crédito, mais importante se torna estruturar bem a operação.
Para uma empresa que pretende utilizar o consórcio para adquirir patrimônio, investir, expandir ou acessar capital, decisões aparentemente simples podem ter impacto direto no caixa e no valor disponível para executar o projeto.
É por isso que o papel da assessoria vai além de encontrar uma cota.
Ele está em conectar objetivo, crédito, capacidade financeira e estratégia de contemplação dentro de uma mesma operação.
Esse é também o posicionamento da Único: usar o consórcio como ferramenta dentro da realidade financeira da empresa, em vez de tratá-lo apenas como um produto a ser contratado.
Se sua empresa está avaliando o consórcio para acessar capital, fale com um especialista da Único. Analisamos o objetivo do negócio e estruturamos a operação desde a contratação até o acompanhamento das estratégias ao longo da jornada.