Uma nova unidade. Mais máquinas. Uma sede maior. Ampliação da frota. Aquisição de um imóvel.
Muitos projetos de expansão não surgem de uma hora para outra. A empresa sabe que pretende crescer, consegue enxergar quais investimentos serão necessários, mas deixa para pensar no capital apenas quando chega o momento de executar o projeto.
É aí que o custo pode aumentar.
Quando a necessidade já existe, o empresário tem menos tempo para avaliar alternativas e pode acabar recorrendo ao crédito disponível naquele momento.
Com planejamento, a lógica muda: a empresa pode começar hoje a estruturar o capital que pretende utilizar amanhã.
E o consórcio pode fazer parte dessa estratégia.
Por que planejar o capital antes da expansão?
Expandir exige mais do que identificar uma oportunidade.
Se a empresa pretende abrir uma nova unidade daqui a dois anos, por exemplo, já pode estimar quais investimentos serão necessários para tornar esse projeto possível.
O mesmo vale para quem planeja ampliar a produção, comprar equipamentos, adquirir veículos ou investir em patrimônio.
Quanto antes essa necessidade é identificada, maior é a capacidade de decidir como financiar o crescimento.
Em vez de chegar ao momento da expansão e perguntar “onde consigo esse dinheiro?”, a empresa passa a trabalhar antecipadamente para construir o acesso ao capital.
Como o consórcio entra nessa estratégia?
No consórcio, a empresa contrata uma carta de crédito e participa de um grupo até ser contemplada por sorteio ou lance.
Diferentemente de um financiamento bancário, não existem juros. A operação possui taxa de administração e demais custos previstos em contrato.
Essa estrutura permite que uma empresa que conhece seus próximos movimentos comece a se preparar financeiramente antes de precisar executar o investimento.
Imagine um negócio que pretende adquirir um imóvel de R$ 3 milhões para abrir uma nova unidade.
Em vez de esperar o projeto chegar à fase de execução para buscar R$ 3 milhões no banco, a empresa pode começar antes a estruturar um consórcio compatível com esse objetivo.
Durante esse período, também pode trabalhar estratégias de lance para acelerar a contemplação.
Planejar antes também ajuda a proteger o caixa
Uma expansão pode consumir uma quantidade significativa de recursos próprios.
E utilizar todo o caixa disponível para comprar um imóvel, ampliar uma estrutura ou adquirir equipamentos pode deixar a operação com menos fôlego para outras necessidades.
Estoque, contratação de profissionais, marketing, tecnologia e capital de giro também costumam acompanhar períodos de crescimento.
Por isso, a decisão não deveria ser apenas “a empresa tem dinheiro para investir?”.
Também é preciso avaliar quanto desse dinheiro faz sentido retirar do caixa.
O consórcio permite estruturar a aquisição ao longo do tempo e preservar recursos próprios para outras frentes importantes da expansão.
A estratégia de contemplação também pode começar antes
Quando o consórcio faz parte do planejamento de expansão, a empresa não precisa depender apenas do sorteio.
Na Único, são priorizados grupos em andamento porque eles já possuem histórico para análise.
Isso permite avaliar a saúde financeira do grupo e conhecer a média dos lances praticados nas assembleias anteriores.
Com essas informações, é possível escolher grupos mais adequados e estruturar estratégias de lance competitivas para acelerar a contemplação.
Assim, o planejamento não envolve apenas contratar uma carta de crédito. Envolve pensar desde o início em como aquele crédito será utilizado dentro do projeto de crescimento.
O valor da carta precisa acompanhar o projeto
Outro erro é decidir primeiro quanto a empresa quer pagar por mês e só depois descobrir o que conseguirá fazer com o crédito.
Em uma estratégia de expansão, o raciocínio precisa começar pelo investimento.
Quanto custará o imóvel? Quais equipamentos serão necessários? Qual será o tamanho da frota? Quanto de crédito precisará estar disponível para executar o projeto?
A partir daí, é possível avaliar o valor das cartas, a capacidade mensal da empresa e os recursos disponíveis para uma estratégia de lance.
É essa conexão entre objetivo, capital e caixa que transforma o consórcio em planejamento financeiro.
Crescimento planejado custa menos que crescimento urgente
Quando a empresa espera a necessidade chegar para procurar capital, suas opções ficam condicionadas ao momento.
Quando se antecipa, ganha tempo para estruturar uma alternativa de menor custo.
Essa é uma das principais vantagens do consórcio para expansão empresarial: permitir que a empresa prepare financeiramente hoje um movimento que pretende executar amanhã.
Na Único, a estratégia começa justamente pelo objetivo do negócio. A empresa, seu momento financeiro e seus planos de crescimento são analisados antes da estruturação das cotas.
Depois da contratação realizada pela Único, o acompanhamento continua, inclusive com a análise dos grupos e a construção das estratégias de lance.
Empresas não precisam esperar o crescimento exigir capital para começar a pensar em como acessá-lo.
Se sua empresa já sabe qual será o próximo passo da expansão, fale com um especialista da Único e comece a estruturar agora o capital necessário para torná-lo possível.