Sua empresa decidiu utilizar o consórcio para acessar capital. Na hora de contratar, porém, aparecem dois nomes que podem gerar confusão: administradora e assessoria de consórcio.
Elas não exercem a mesma função. E entender essa diferença pode impactar diretamente a estratégia escolhida.
De forma simples, a administradora é responsável por criar e administrar seus próprios grupos de consórcio. Já a assessoria parte da necessidade do cliente e pode analisar diferentes administradoras e grupos para encontrar a estrutura mais adequada para aquele objetivo.
Para uma empresa que pretende movimentar valores elevados, essa diferença importa. Afinal, não basta encontrar uma carta com o valor desejado. O grupo escolhido, suas regras, sua saúde financeira e seu histórico de lances também podem influenciar a estratégia e as possibilidades de acelerar a contemplação.
O que faz uma administradora de consórcio?
A administradora é a empresa responsável pela criação e pelo funcionamento dos seus grupos de consórcio.
É ela quem administra os recursos do grupo, realiza as assembleias e conduz os processos de contemplação por sorteio e lance, seguindo as regras previstas em contrato.
Naturalmente, sua atuação comercial está ligada aos próprios produtos. Ao procurar diretamente uma administradora, o cliente terá acesso às cartas, grupos e condições oferecidos por aquela empresa.
Isso não representa um problema. É simplesmente o papel que ela ocupa nessa relação.
A diferença aparece quando o empresário quer analisar o mercado antes de decidir em qual operação entrar.
O que muda quando a empresa procura uma assessoria de consórcio?
A assessoria começa pelo cliente, não por uma cota específica.
Quanto de crédito a empresa precisa? Para qual objetivo? Quanto pode comprometer mensalmente? Quanto pode disponibilizar para uma estratégia de lance? Qual estrutura faz mais sentido para aquele planejamento?
A partir dessas respostas, a assessoria pode analisar diferentes administradoras e grupos para encontrar alternativas mais compatíveis com a necessidade da empresa.
Isso é importante porque cada administradora e cada grupo possuem características e regras próprias, que podem interferir na forma como a estratégia será construída.
Duas cartas com o mesmo valor, portanto, não significam necessariamente duas operações iguais.
Por que escolher o grupo também faz diferença?
Imagine duas opções de consórcio com uma carta de R$ 1 milhão.
Olhando apenas para o valor do crédito, elas podem parecer equivalentes. Mas os grupos podem estar em momentos completamente diferentes.
Um pode apresentar uma condição financeira mais saudável e ter maior disponibilidade de recursos para contemplações. Outro pode ter uma dinâmica diferente.
A média dos lances também pode mudar de um grupo para outro.
Em determinado grupo, os lances contemplados podem historicamente se concentrar em uma determinada faixa. Em outro, a disputa pode exigir percentuais diferentes.
Essas informações são importantes porque permitem ir além da escolha da carta e pensar também em como buscar acelerar a contemplação depois da contratação.
É por isso que, na Único, o grupo também faz parte da estratégia.
Por que a Único trabalha com grupos em andamento?
A Único prioriza grupos em andamento porque eles já possuem algo fundamental para uma análise estratégica: histórico.
Como já aconteceram assembleias, é possível avaliar a saúde financeira daquele grupo e observar como as contemplações e os lances vêm se comportando.
A saúde financeira importa porque grupos mais saudáveis tendem a ter maior disponibilidade de recursos para contemplações em suas assembleias.
Já o histórico dos lances permite identificar a média das ofertas que vêm sendo contempladas.
Com essas informações, a Único consegue selecionar grupos mais adequados para a operação e estruturar estratégias de lance com base no comportamento que já existe naquele grupo.
Na prática, em vez de simplesmente escolher um percentual e tentar a contemplação, existe uma referência para construir uma oferta competitiva.
É assim que a estratégia de lance ajuda a acelerar a contemplação.
Isso não significa determinar em quanto tempo ela acontecerá. Os valores ofertados pelos demais participantes podem mudar a cada assembleia e, por isso, não existe como estipular uma data específica.
A diferença é que a empresa deixa de depender apenas do sorteio e passa a utilizar informações do próprio grupo para buscar a contemplação por meio do lance.
Administradora oferece seus grupos. Assessoria compara o mercado
Essa é uma das diferenças mais importantes entre os dois modelos.
Ao procurar diretamente uma administradora, o empresário conhece as possibilidades disponíveis dentro daquela instituição.
Ao procurar uma assessoria como a Único, a análise pode considerar diferentes administradoras e grupos antes de definir a operação.
O objetivo não é simplesmente encontrar uma carta no valor desejado. É encontrar uma estrutura que faça sentido para a empresa e que também ofereça condições para construir uma estratégia de contemplação.
A Único é uma consultoria especializada em utilizar o consórcio como estratégia de crescimento empresarial. Por isso, o trabalho começa pelo momento financeiro da empresa e pelo objetivo do empresário, e não simplesmente pela cota que será contratada.
E o trabalho da assessoria continua depois da contratação
Escolher a administradora e o grupo é apenas o começo.
Depois que as cotas são contratadas por meio da Único, a assessoria acompanha a operação e trabalha as estratégias de lance ao longo da jornada.
É nesse acompanhamento que informações como média de lances, comportamento do grupo e capacidade financeira do cliente passam a ser utilizadas para definir as próximas decisões.
Isso permite ajustar a estratégia para buscar ofertas competitivas e acelerar a contemplação, sem prometer um prazo específico para que ela aconteça.
Contratar uma cota dá acesso ao consórcio. Ter assessoria ajuda a escolher onde entrar e como utilizar esse consórcio estrategicamente.
Para uma empresa, a diferença está na estratégia
Administradora e assessoria exercem papéis diferentes.
A administradora cria e administra seus grupos, além de oferecer as cotas que fazem parte de sua própria operação.
A assessoria olha primeiro para o cliente, compara possibilidades entre administradoras e grupos e estrutura a contratação considerando aquilo que a empresa pretende realizar.
Na Único, essa análise é sustentada por quase 20 anos de mercado, mais de R$ 5,25 bilhões em produção e mais de 15 mil empresas assessoradas.
Para o empresário, isso muda a pergunta que precisa ser feita antes da contratação.
Em vez de simplesmente “qual cota eu compro?”, a decisão passa a ser “em qual grupo e com qual estratégia minha empresa deve entrar para atingir seu objetivo?”.
Se sua empresa está avaliando um consórcio para acessar capital, fale com um especialista da Único e entenda quais administradoras, grupos e estratégias fazem sentido para o seu objetivo.